São Paulo (pronuncia - se AFI: [s?~w~ 'pawlu]) é um município brasileiro, capital do estado de São Paulo e principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América Latina. Cidade mais populosa do Brasil, da América e de todo o Hemisfério Sul, São Paulo é a cidade brasileira mais influente no cenário global, sendo considerada a 14ª cidade mais globalizada do planeta, recebendo a classificação de cidade global alfa, por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC).

 

A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional e internacional, seja do ponto de vista cultural,econômico ou político. Conta com importantes monumentos, parques e museus, como o Memorial da América Latina, o Museu da Língua Portuguesa, o MASP, o Parque Ibirapuera, o Jardim Botânico de São Paulo e a avenida Paulista, e eventos de grande repercussão, como a Bienal Internacional de Arte, o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, São Paulo Fashion Week e a São Paulo Indy 300.

 

A cidade possui o 10º maior PIB do mundo, representando, isoladamente, 12,26% de todo o PIB brasileiro e 36% de toda a produção de bens e serviços do estado de São Paulo, sendo sede de 63% das multinacionais estabelecidas no Brasil, além de ter sido responsável por 28% de toda a produção científica nacional em 2005.

 

São Paulo é a sexta maior cidade do planeta e sua região metropolitana, com 19 223 897 habitantes, é a quarta maior aglomeração urbana do mundo. Regiões muito próximas a São Paulo são também regiões metropolitanas do estado, como Campinas e Baixada Santista; outras cidades próximas compreendem aglomerações urbanas em processo de conurbação, como São José dos Campos, Sorocaba e Jundiaí. A população total dessas áreas somada à da capital – o chamado Complexo Metropolitano Expandido – ultrapassa 29 milhões de habitantes, aproximadamente 75% da população do estado inteiro. As regiões metropolitanas de Campinas e de São Paulo já formam a primeira macrometrópole do hemisfério sul, unindo 65 municípios que juntos abrigam 12% da população brasileira.

 

O lema da cidade, presente em seu brasão oficial, é constituído pela frase em latim "Non ducor, duco", cujo significado em português é "Não sou conduzido, conduzo".

Centro Cultural São Paulo: Rua Vergueiro
(11) 3397-4002
(http://www.centrocultural.sp.gov.br)
Preço: Grátis (exceto para alguns espetáculos).
Horário: 3ª/dom 10h/23h30 (término das peças), biblioteca: 3ª/6ª 10h/20h, sab/dom 10h/17h
Com bom conjunto de bibliotecas (acervo geral, arte e braile), discoteca e gibiteca, enche de estudantes, que espalham-se entre as mesas de leitura e o jardim. À noite há espetáculos de dança e música, filmes e peças de teatro. Os pisos Caio Graco e Flávio de Carvalho abrigam exposições temporárias.

 

Centro Cultural Banco Do Brasil: R. Álvares Penteado, 112
(11) 3113-3651
(http://http://www44.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr2/sp/index.jsp)
Preço: Grátis (exceto para alguns espetáculos)
Horário: 3ª/dom 10h/20h
Cartão de Crédito: Mastercard, Visa
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop, Visa Electron
Construída em 1901, a bela sede do Banco do Brasil agora é palco de diversas expressões artísticas - como as exposições temporárias, que ocupam três andares do prédio. No teatro há sempre uma peça em cartaz; no cinema, filmes que fogem do circuito comercial. Um agradável café, com mesas na calçada, funciona no térreo.

 

Itaú Cultural: Av. Paulista, 149 (Cerqueira César)
(11) 2168-1776
(http://www.itaucultural.org.br)
Preço: Grátis
Horário: 3ª/6ª 10h/21h, sáb/dom 10h/19h
As exposições são quase sempre de arte contemporânea. No auditório há programação com música, teatro e cinema. Abriga ainda o museu de numismática Herculano Pires, com cerca de 6000 moedas e medalhas.

 

Instituto Tomie Ohtake: Rua dos Coropés, 88 (Pinheiros)
(11) 2245-1900
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 11h/20h
Não há como ficar indiferente ao ver prédio projetado pelo arquiteto Ruy Ohtake. Conhecido como "carambola", por causa das duas colunas com o formato da fruta que sustentam o espigão de vidros cor de rosa, ele abriga o Instituto Tomie Ohtake. São cinco salas para exposições, com programação caprichada de artes visuais e design. Uma descolada lojinha e uma livraria ficam no subsolo.

 

Memorial da América Latina: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 (Barra Funda)
(11) 3823-4600
(http://www.memorial.sp.gov.br)
Preço: Grátis (exceto para alguns espetáculos).
Horário: 3ª/dom 9h/18h
O complexo projetado por Oscar Niemeyer reúne espaços dedicados à dança, música, teatro, cinema e artes plásticas. No Salão de Atos fica o grande painel Tiradentes, de Cândido Portinari.

 

Fiesp: Avenida Paulista, 1313 (Cerqueira César)
(11) 3146-7405
(http://www.sesisp.org.br/home/2006/centrocultural/ccf.asp)
Preço: Grátis (exceto para alguns espetáculos).
Horário: 2ª 11h/19h30, 3ª/sáb 10h/19h30h, dom 10h/18h30
A espaçosa galeria de arte tem sempre ótimas exposições. No Teatro Popular, às quartas-feiras, acontecem as chamadas Quartas Musicais (R$ 10) e, aos domingos, concertos grátis ao meio dia. A programação mensal do teatro inclui pelo menos uma montagem inédita para o público infantil e outras duas para o adulto.

 

Centro Cultural Da Caixa: Pça. da Sé, 111 (Centro)
(11) 3321-4400
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 9h/21h
O prédio de granito preto e colunas clássicas chama a atenção na Praça da Sé. A programação tem boas exposições temporárias. No 4º andar, um museu conta a história da instituição bancária desde a sua fundação, em 1861. Há um anexo no Conjunto Nacional, na avenida Paulista (nº 2073), galeria com pequenas mostras de arte.

 

Casa Das Rosas: Av. Paulista, 37
(11) 3285-6986
Preço: Grátis.
Horário: 3ª/sáb 10h/22h, dom 10h/18h
Projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo, a mansão da década de 30 destaca-se entre os prédios da Paulista. Dedicada à literatura, promove cursos, palestras, recitais e lançamentos de livros - a livraria é especializada em poesia. Exposições, pocket shows, filmes e peças teatrais completam a programação. No quintal, entre belos jardins, há um agradável café.

 

Teatro Municipal: Pça. Ramos de Azevedo
(11) 3397-0300
Preço: Grátis
Cartão de Crédito: Diners, Mastercard
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop
É um ícone do Centro da cidade, com fachada inspirada na Ópera de Paris. No interior, tem traços renascentistas e barrocos, vitrais, mosaicos e um lustre com 7 mil cristais belgas. É a sede da Orquestra Sinfônica Municipal e do Balé da Cidade de São Paulo. Por causa da restauração do prédio, as visitas estavam suspensas até o fechamento desta edição (agosto de 2010).

 

Estação Júlio Prestes/ Sala São Paulo: Pça. Júlio Prestes
(11) 3367-9573/9574
(http://www.osesp.art.br)
Cartão de Crédito: American Express, Diners, Mastercard, Visa
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop, Visa Electron
É uma das melhores salas de concerto do mundo. Fica na antiga estação da Estrada de Ferro Sorocabana, um imponente edifício em estilo Luís XVI, que foi adaptado e restaurado (hoje, ainda há uma estação de trens urbanos anexa ao prédio). Inaugurada em 1999, a Sala São Paulo impressiona pela beleza e pela acústica - o forro da sala, por exemplo, tem placas móveis que se ajustam às necessidades de cada tipo de peça, seja um concerto de violino ou uma sinfonia. Abriga as apresentações da renomada Osesp, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Visitas guiadas (agendar): 2ª/6ª 13h e 16h (R$ 5); sáb 13h30 e dom 12h30 e 14h (grátis). Programação: osesp.art.br

 

Mercado Municipal Paulistano: R. da Cantareira, 306 (Prq. D. Pedro)
(11) 3313-1326
(http://www.mercadomunicipal.com.br)
Horário: 2ª 6h/16h, 3ª/sáb 6h/18h, dom/feriados 6h/16h, fecha: no último domingo do mês
Além de ter barracas de frutas, empórios de importados, açougues e peixarias, que abastecem alguns dos bons restaurantes da capital, o Mercadão é o lugar onde são servidos dois clássicos da baixa gastronomia paulistana: o sanduíche de mortadela do Bar do Mané e o pastel de bacalhau do Hocca Bar. O prédio, do arquiteto Ramos de Azevedo, tem belos vitrais que retratam a agropecuária do início do século 20 - e, antes de ser aberto como mercado, serviu como depósito de armas e munições durante a Revolução de 1932.

 

Pateo do Collegio: Pátio do Colégio, 2
(11) 3105-6899
(http://www.pateodocollegio.com.br)
Preço: R$ 5 (preço para visitação do Museu)
Horário: 3ª/dom 9h/17h
A construção já não é a mesma que, em 1554, foi erguida para ser a escola de jesuítas que deu origem a São Paulo - daquela época, só resta uma parede de taipa de pilão, de 1585. Veja o museu Padre Anchieta, as relíquias do beato numa sala da igreja e a maquete da cidade no século 16. Até o fechamento desta edição (ago/2010), o charmoso café estava fechado.

 

Basílica de São Bento: Lg. de S. Bento
(11) 3328-8799
(http://www.mosteiro.org.br)
Preço: Grátis.
Horário: 2ª/4ª 7h/19h; 6ª 7h/19h; sáb/dom 6h/12h e 16h/18h
Mesmo paulistanos que não são católicos praticantes acordam cedo para assistir às missas do mosteiro. O motivo? As belas apresentações de canto gregoriano (2ª/6ª 7h, sáb 6h, dom 10h). A grandiosa basílica é do início do século 20, mas o mosteiro existe há mais de 400 anos. Entre imagens cristãs, a decoração também tem pinturas características da arte beuronense, que valoriza a cultura pagã - uma delas, logo na entrada, é o círculo vermelho rodeado pelos doze signos do zodíaco. Ao lado da sacristia, há uma loja onde são vendidos os ótimos pães, doces e bolos preparados pelos monges confeiteiros (2ª/6ª 6h/18h, sáb 7h/12h, dom 11h/11h30).

 

Catedral Metropolitana (Sé): Pça. da Sé
(11) 3107-6832
Preço: Grátis
Horário: 2ª/6ª 8h/19h, sáb 8h/17h, dom 8h/18h
Com fachada e torres em estilo neogótico, o templo é enorme: tem 111 m de comprimento, 46 m de largura, 92 m de altura e ocupa um quarteirão inteiro. Do lado de dentro, chamam a atenção o pé-direito alto (65 m, do chão à cúpula), o teto em forma de ogiva e a ausência de imagens. Repare nos dois mosaicos laterais, em estilo bizantino, e nos elementos brasileiros, como o tucano e o tatu esculpidos no topo das colunas. Visite a cripta (R$ 5, todos os dias), uma capela subterrânea onde estão enterrados alguns personagens da história de São Paulo, como o cacique Tibiriçá. Na Praça da Sé, em frente, fica o Marco Zero da cidade.

 

Catedral Ortodoxa: R. Vergueiro, 1515 (Paraíso)
(11) 5579-3835
(http://http://www.catedralortodoxa.com.br)
Preço: Grátis.
É fiel ao estilo bizantino, com o salão sem colunas e as cinco cúpulas - que formam o desenho de uma cruz. O altar, com relíquias de mártires ortodoxos, fica atrás de uma divisória de mármore. Foi fundada pela comunidade árabe de São Paulo e inaugurada em janeiro de 1954, época dos festejos do IV Centenário da cidade.

 

Igreja de São Franscisco de Assis: Lg. de S. Francisco, 133
(11) 3291-2400
Preço: Grátis.
Horário: 7h30/19h30
Tem paredes de taipa de pilão e, no altar, uma imagem histórica de São Francisco, salva de um incêndio em 1870. É vizinha à Faculdade de Direito do Largo São Francisco - que, quando ainda era um convento, chegou a ser lar de Frei Galvão (1739-1822), o primeiro santo brasileiro.
Museu de Arte de São Paulo (Masp): Até o edifício é uma obra de arte: inaugurado em 1968, foi projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi especialmente para não bloquear a bela vista do terreno - por isso o museu tem um vão livre de 74 m de extensão, com uma estrutura que "flutua" sustentada por colunas vermelhas. O Masp abriga o mais importante acervo artístico da América Latina, com cerca de 8 mil peças (muitas delas foram compradas com doações da elite paulistana, de famílias européias que precisavam se reerguer após a Segunda Guerra). Hoje, partes da coleção são expostas de forma rotativa, por temas, segundo o projeto do curador Teixeira Coelho. Por causa das exposições temporárias, algumas alas podem sair de cartaz momentaneamente. Mas nomes como Rafael, Rembrandt, Van Gogh, Monet, Renoir e Picasso são presença constante por ali - o que torna o museu uma atração sempre imperdível. Por que é 5 estrelas? - O acervo tem tesouros comparáveis aos dos grandes museus europeus, principalmente de impressionistas e pós-impressionistas. Preste atenção - Bronzes de Degas, o Cristo de Rafael, um Picasso da "fase azul", autorretrato de Rembrandt, o escolar de Van Gogh. A lista é enorme. A melhor foto - Como é proibido fotografar o acervo, cruze a Avenida Paulista e clique o edifício, um dos símbolos de São Paulo (ou atravesse o vão livre e fotografe o panorama do vale onde está a Avenida Nove de Julho). Tempo de visita - Duas horas, se as exposições temporárias não renderem mais. Com ou sem guia? - Há explanações temáticas para os visitantes, em horários fixos (consulte antes). Mesmo sem guia, as obras do Masp trazem identificação e informações generosas. Quando ir - De terça a sexta e fora das férias escolares, com o museu tranquilo. Serviço - Av. Paulista, 1578 (Cerqueira César), 3251-5644. masp.art.br. R$ 15. Grátis às terças. Cc: D, M, V; Cd: todos. 3ª/4ª 11h/18h, 5ª 11h/20h, 6ª/dom 11h/18h.
Pinacoteca do Estado: É um dos museus mais agradáveis da cidade, instalado num belo prédio de tijolos aparentes projetado por Ramos de Azevedo. No átrio do segundo andar, a luz natural ilumina uma praça com 12 esculturas de Auguste Rodin e outros artistas franceses e brasileiros. Mas é a coleção de arte brasileira dos séculos 19 e 20 que predomina no acervo, com salas dedicadas a Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e ao modernismo. A poucas quadras dali, a Estação Pinacoteca (Lgo. Geral Osório, 66; 3337-0185; 3ª/dom 10h/17h30) abriga o rico acervo da Coleção Nemirovsky, com quadros do quilate de Antropofagia, de Tarsila do Amaral, e boas exposições temporárias. Por que é 5 estrelas? - O acervo está entre os mais conservados e importantes do país, especialmente quando se pensa em arte brasileira. Seu prédio, que jamais foi concluído, está entre os mais charmosos da cidade. Preste atenção - Antropofagia e Carnaval em Madureira, de Tarsila do Amaral, Mulheres na Janela, de Di Cavalcanti (os três na Estação Pinacoteca), Caipira Picando Fumo, de Almeida Júnior, e Mestiço, de Portinari, são preciosidades da arte no Brasil. A melhor foto - A bonita fachada do prédio, inaugurado em 1900, e o átrio de esculturas são obrigatórios, mas não deixe de fotografar também A Fonte das Nanás, colorida e irreverente escultura do piso inferior. Tempo de visita - Para ver o acervo e as exposições temporárias sem pressa, reserve duas horas; para a Estação Pinacoteca, mais uma hora. Com ou sem guia? - Vale a pena informar-se sobre os horários de visita monitorada nos fins de semana (3ª/6ª apenas com agendamento). As mostras temporárias não têm monitoria, mas o material explicativo e os textos na parede costumam ser bem esclarecedores. Quando ir - De terça a sexta, o museu fica bem tranquilo. Serviço - Pça. da Luz, 2 (Luz), 3324-1000, pinacoteca.org.br. R$ 6 (vale também para a Estação Pinacoteca; grátis aos sábados). Cd: V. 3ª/dom 10h/17h30.
Museu da Língua Portuguesa: Poucos museus no mundo conseguem transformar aprendizado em lazer com tanta perfeição - atividades interativas e exposições espertas tomam o lugar que costuma ser do acervo material. Um comprido painel audiovisual mostra que as gírias, jargões e neologismos fazem de cada cidadão um autor do vocabulário. Na emocionante Praça da Língua, trechos de alguns dos mais belos textos da literatura brasileira são projetados nas paredes e decantados nas caixas de som. Fique de olho nas mostras temporárias: depois das homenagens a Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Machado de Assis e Cora Coralina, o museu prestou uma homenagem aos erros da língua portuguesa. Por que é 5 estrelas? - De maneira hábil, sem a austeridade escolar e com exposições temporárias criativas, o museu seduz o visitante a se interessar pela língua portuguesa. Preste atenção - Há muitas lições de português embutidas no museu: sufixos, prefixos, vocabulário, estrangeirismos... A melhor foto - As exposições temporárias são sempre muito visuais. Do lado de fora do prédio, não deixe de fotografar a arquitetura inglesa da Estação da Luz, da qual o museu faz parte. Tempo de visita - Em duas horas é possível ver tudo. Com ou sem guia? - A visita é autoexplicativa e interativa, com ótimos painéis fotográficos e audiovisuais. Quando ir - Fora dos fins de semana (sobretudo sábados), quando o museu lota. Serviço - Praça da Luz (Luz), 3326-0775, estacaodaluz.org.br. R$ 6 (grátis aos sábados). 3ª/dom 10h/17h.

 

Museu do Futebol: A localização não podia ser mais apropriada: fica sob as arquibancadas do Estádio do Pacaembu, o mais belo da cidade. Para contar a trajetória do futebol brasileiro, a curadoria recorreu a recursos audiovisuais interativos, em detrimento de relíquias e peças de coleção. Logo na entrada, imagens de craques como Pelé, Zico e Ronaldo são projetadas em grandes telas presas no teto. A seguir, cabines de áudio apresentam narrações originais de gols de diferentes décadas, enquanto monitores de TV exibem jogadas imortais escolhidas por celebridades. Telões colocados de frente uns para os outros mostram coros e coreografias das torcidas nos estádios, reproduzindo o duelo que acontece nos clássicos. Na seção das curiosidades, as paredes trazem informações pitorescas e frases como "Se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminaria empatado" (atribuída ao técnico João Saldanha). Por que é 5 estrelas? - Ao homenagear o futebol brasileiro com tamanha devoção, o museu celebra o imaginário coletivo do país, comovendo o visitante. Preste atenção - Cada torcedor procura referências sobre seu time de coração - nos vídeos dos gols, nas narrações dos radialistas, nas fotos... Sinta-se livre para fazer o mesmo, mas não limite sua visita. Aprecie o conjunto da obra. A melhor foto - O Pacaembu tem uma elegante fachada em estilo art déco, lembrança obrigatória da visita. Não é possível fotografar dentro do museu, mas há uma espécie de varanda que permite clicar o interior do estádio. Tempo de visita - Em duas horas e meia você vê tudo com calma, olha todo o estoque de camisas da loja Roxos e Doentes e ainda toma um chopinho no bar O Torcedor, na saída. Com ou sem guia? - Embora haja monitoria, a visita é autoexplicativa. Quando ir - Se puder, evite os fins de semana e as férias escolares, quando o movimento é bem maior. Serviço - Pça. Charles Miller (Estádio do Pacaembu), 3663-3848, museudofutebol.org.br. R$ 6. 3ª/dom 10h/18h (bilheteria até 17h). Fecha em dias de jogo.

 

Museu Catavento: Parque D. Pedro II (Centro)
(11) 3315-0051 e 3246-4080/81
(http://cataventocultural.org.br)
Preço: R$ 6 Estacionamento (pago) no local.
Horário: 3ª/dom 9h/17h (bilheteria até as 16h). Estacionamento (pago) no local.
Projeto do célebre Ramos de Azevedo, o Palácio das Indústrias, de 1925, já abrigou a prefeitura de São Paulo. Hoje é a sede do Catavento - que, de histórico, tem apenas as paredes e a fachada. O museu é pura tecnologia. Dividido em quatro grandes temas: Vida, Sociedade, Universo e Engenho, adultos e crianças se divertem enquanto aprendem sobre biologia, física, história e geografia. Na seção Universo, por exemplo, há um pedaço de meteorito que pode ser tocado pelos visitantes. No tema Vida, um bonito aquário exibe espécies de invertebrados que parecem plantas. Ilusão de ótica é o primeiro assunto explorado na ala Engenho, que tem dezenas de experimentos de física que podem ser manipulados. Dois dos espaços mais interessantes do museu são a sala de nanotecnologia e o laboratório de química, que de terça a sexta funcionam prioritariamente para escolas (para conhecê-los, vá no fim de semana e solicite uma senha na entrada). Por que é 5 estrelas? Em ambientes extremamente bem planejados, os visitantes podem aprender conceitos que pareciam impossíveis na época da escola. Preste atenção Na ala Engenho ficam atividades mais interativas, com experimentos de física e ilusões de ótica. A melhor foto Não deixe de fotografar seu penteado depois de testar o aparelho de eletromagnetismo, que deixa os cabelos em pé. Tempo de visita Duas horas, para conseguir experimentar todos os equipamentos com calma. Com ou sem guia? Há muitos painéis explicativos que permitem uma visita sem guia. Mas os monitores são bem preparados e divertidos. Quando ir Durante o fim de semana, quando não há excursões escolares e você pode participar de uma das sessões do laboratório de nanotecnologia. Serviço Parque D. Pedro (Centro), 3315-0051, cataventocultural.org.br. R$ 6. 3ª/dom 10h/17h.

 

Fundação Cultural Ema Gordon Klabin: R. Portugal (Jardim Europa)
(11) 3062-5245
(http://www.fcegk.org.br)
Preço: R$ 10
Horário: 3ª, 5ª e 6ª 14h/16h; sáb 11h, 14h e 15h
A residência de Ema Gordon Klabin (1907-1994) foi construída sob medida para acolher sua magnífica coleção de arte: o hall serve como moldura para um Frans Post e a sala de música foi criada em função de um quadro de Chagall. Na sala principal há peças chinesas do século 14 a.C. e um armário com louças da Companhia das Índias. O quintal tem um jardim com orquidário, onde, no segundo e no último sábado do mês, acontecem apresentações musicais - nesses dias a entrada é gratuita. Agendar.

 

Museu de Artes Contemporâneas (MAC): R. da Reitoria, 160 (Cid. Universitária)
(11) 3091-3039
(http://www.macvirtual.usp.br)
Preço: Grátis
Horário: 3ª/6ª 10h/18h, sáb/dom 10h/16h
Apesar do nome, o MAC tem um sensacional acervo de... arte moderna. Tudo graças ao mecenas Ciccillo Matarazzo (1898-1977). Ele dotou o Museu de Arte Moderna (MAM) de obras de Picasso, Kandinsky, Miró, Modigliani, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti, entre outros. Mas, depois de uma briga, transferiu a coleção para a Universidade de São Paulo, gestora do MAC. Para ampliar a quantidade de obras em exposição, o museu deve, ainda em 2010, ser transferido para o antigo prédio do Detran (Av. Vinte e Três de Maio, Ibirapuera). Ali perto, no Parque do Ibirapuera, há um espaço de mostras paralelas (5573-5255, 3ª/dom 10h/18h, grátis) do MAC.

 

Museu De Artes Sacras: Av. Tiradentes, 676 (Luz)
(11) 3326-1373
(http://www.museuartesacra.sp.gov.br)
Preço: R$ 6
Horário: 3ª/dom 11h/19h
Um dos melhores do país em sua especialidade. Repare, por exemplo, na sala que expõe uma imagem de Nossa Senhora da Luz, do século 16 - ao redor dela, lampadários tornam o espaço encantador. O anexo Museu do Presépio guarda um presépio italiano que impressiona pelos detalhes e pelo tamanho: 1 620 peças, que retratam a cidade italiana de Nápoles no século 18. Também faz parte do conjunto a Igreja de Nossa Senhora da Luz (6h30/11h, 14h/16h45), que guarda os restos mortais de Santo Antônio de Sant'Anna Galvão, o Frei Galvão, primeiro santo brasileiro.

 

Fundação Maria Luísa e Oscar Americano: Av. Morumbi, 4077 (Morumbi)
(11) 3742-0077
(http://www.fundacaooscaramericano.org.br)
Preço: R$ 10
Horário: 3ª/dom 10h/17h30 (acesso ao acervo até 17h)
Numa bela residência projetada por Oswaldo Arthur Bratke, a coleção da família Americano reúne obras de mestres do modernismo brasileiro (Portinari, Brecheret, Di Cavalcanti) e peças que pertenceram à família real brasileira, como móveis da princesa Isabel. Tudo isso em meio a um bosque com mais de 50 espécies de pássaros. Servido num charmoso salão, o chá completo (R$ 50, com brioches, croissants, bolos e tortas) é ótimo programa para o fim do passeio.

 

Museu de Arte Moderna (MAM): Av. Pedro Álvares Cabral (entrada pelo portão 3 do Prq. do Ibirapuera)
(11) 5085-1300
(http://www.mam.org.br)
Preço: R$ 6 (dom. grátis)
Horário: 3ª/dom 10h/18h
As obras modernistas que deram origem ao museu foram reunidas por Ciccillo Matarazzo, seu fundador, que acabou doando-as ao MAC posteriormente. Hoje, o MAM prioriza a arte contemporânea - há sempre duas mostras temporárias em cartaz, com peças do acervo (que reúne Regina Silveira, Waltércio Caldas, Cildo Meireles e Leonilson, entre outros) e outras emprestadas. Em volta do museu fica o Jardim de Esculturas. Ao lado, há biblioteca, loja e restaurante.

 

Museu de Zoologia: Av. Nazaré, 481 (Ipiranga)
(11) 2065-8100
(http://www.mz.usp.br)
Preço: R$ 6 (Vale também para o Museu de Zoologia)
Horário: 3ª/dom 10h/17h
Quem dá as boas-vindas aos visitantes é a réplica de um esqueleto de carnotauro. Assim como ele, os outros animais e fósseis do acervo pertencem (ou pertenceram) à fauna brasileira: preguiça-gigante, jacaré-açu, onça-pintada... Os bichos empalhados ficam expostos em vitrines que reproduzem seus biomas.

 

Museu Paulista (do Ipiranga): Prq. da Independência (Ipiranga)
(11) 2065-8000
(http://www.mp.usp.br)
Preço: R$ 6 (1º e 3º domingo do mês grátis)
Horário: 3ª/dom 9h/17h
Postado no alto do terreno, o imponente palácio domina a paisagem, enquanto os jardins em estilo francês convidam a um agradável passeio. No acervo há louças, jóias, móveis, armas, veículos e documentos representativos da sociedade brasileira dos séculos 19 e 20. Fazem parte do complexo o Monumento à Independência e a Capela Imperial, no subsolo, que guarda os restos mortais de Dom Pedro I e das imperatrizes Leopoldina e Maria Amélia.

 

Museu Lasar Segall: R. Berta, 111 (V. Mariana)
(11) 5574-7322
(http://www.museusegall.org.br)
Preço: Grátis
Horário: 3ª/sáb 14h/19h, dom 14h/18h
Cartão de Crédito: Visa
Cartão de Débito: Visa Electron
O pintor russo, naturalizado brasileiro, viveu durante 25 anos na casa que hoje abriga o museu. O acervo tem 3 mil peças, entre pinturas, esculturas, gravuras e desenhos. Na área da exposição permanente estão 120 desses trabalhos (dos mais antigos, do início do século 20, aos mais recentes, de 1957, ano de seu falecimento). Há ainda biblioteca, cinema (R$ 10) e café.

 

Museu Da Casa Brasileira: Av. Brig. Faria Lima, 2705 (Jd. Paulistano)
(11) 3032-3727
(http://www.mcb.sp.gov.br)
Preço: R$ 4 Grátis dom
Horário: 3ª/dom 10h/18h
O acervo é especializado em mobiliário e utensílios domésticos - há desde um armário português do século 17 até a premiada poltrona Mole, criada por Sergio Rodrigues em 1957. No 1º andar está exposto um faqueiro de vermeil (metal avermelhado) que pertenceu à Marquesa de Santos. O museu fica na antiga mansão de Fábio da Silva Prado, ex-prefeito de São Paulo, e também recebe exposições temporárias. Depois da visita, aproveite para dar um passeio pelo belo jardim.

 

Museu Palácio Dos Bandeirantes: Av. Morumbi, 4500, Portão 2 (Morumbi)
(11) 2193-8282
(http://www.acervo.sp.gov.br)
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 10h/17h (visitas guiadas de hora em hora)
A sede do Governo do Estado está aberta à visitação (menos o gabinete do governador) e exibe as obras de sua coleção de arte, com mais de 4 500 peças. Tomie Ohtake, Volpi e Portinari, entre outros, ficam expostos no saguão - no lugar de luminárias são utilizados lampadários de igrejas.

 

Museu Brasileiro Da Escultura (MuBE): R. Alemanha, 221 (Jd. Europa)
(11) 2594-2601
(http://www.mube.art.br)
Horário: 3ª/dom. 10h/19h, fecha: Fecha 2ª
O prédio, projetado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha é, por si só, uma escultura: linhas retas compõem um grande cubo e uma marquise. O museu, além das mostras voltadas à escultura, tem uma pequena pinacoteca para exposições de pinturas. No jardim, concebido por Burle Marx, há obras de artistas como Francisco Brennand.

 

Instituto De Estudos Brasileiros (IEB): Av. Prof. Mello Moraes, tr. 8, 140 (Cid. Universitária)
(11) 3091-1149
(http://www.ieb.usp.br)
Preço: Grátis
Horário: 2ª/6ª 9h/18h
Dentro do campus da Universidade de São Paulo, abriga a coleção de arte do escritor Mário de Andrade, composta por obras de Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Lasar Segall e Victor Brecheret. As exposições são temporárias, e concentradas em duas apertadas salas.

 

Museu da Imagem e do Som (MIS)
Av. Europa, 158 (Jardim Europa)
(11) 2117-4777
(http://www.mis-sp.org.br)
Horário: 3ª/sáb 12h/22h, dom 11h/21h
Nas exposições temporárias e no acervo, o que impera no museu é o diálogo entre cultura e tecnologia. A produção artística contemporânea - especialmente no que ela tem de mais hightech - dá o tom na programação de filmes, mostras, eventos e cursos. Consulte horários e preços das exposições e do cinema, além da programação do LabMIS (um sofisticado laboratório de novas mídias) em mis-sp.org.br.

 

Museu Da Arte Brasileira (Faap): R. Alagoas, 903 (Pacaembu)
(11) 3662-7200
(http://www.faap.br/museu/index.ath)
Preço: Grátis
Horário: 3ª/6ª 10h/20h, sáb/dom 13h/17h
Logo na recepção, a visão é impactante: um conjunto de vitrais reproduz obras de artistas como Tarsila do Amaral (Boi na Floresta), e grandes esculturas representam obras de Aleijadinho. O acervo de 2 500 peças tem como linha principal o modernismo brasileiro, mas só é exibido uma vez por ano. Algumas das melhores exposições temporárias da cidade são montadas aqui.

 

Parque Do Ibirapuera: O mais querido espaço de lazer e cultura da cidade tem lugar para todos: é lugar para correr, pedalar, andar de skate, de patins, jogar bola, tomar sol, passear de mãos dadas ou com o cachorro, fazer piqueniques e admirar o mundo das artes e da música. Seus 1,5 milhão de m², bem no meio da capital, abrigam mais de 100 espécies de aves, uma rica flora de figueiras e ipês, jardins projetados por Burle Marx, pista de cooper, ciclovia, quadras, playgrounds, lanchonetes e restaurantes. Há boa programação de shows à noite, no Auditório Ibirapuera (pagos), e aos domingos, na praça da Paz (grátis). As exposições também costumam ser ótimas - ficam aqui o MAM, a Bienal, o Porão das Artes, a Oca e o Museu Afro-Brasil, que tem mostra permanente. Nos fins de semana, o Planetário é outro programão para adultos e crianças, e os 673 chafarizes do lago dão um espetáculo de água, som e luzes (20h35/21h30). Por que é 5 estrelas? Bem-cuidado e estruturado, é um oásis em meio à selva de pedra paulistana, com excelentes atividades para o corpo e a mente. Preste atenção Nos dias ensolarados, o gramado em volta do lago vira uma praia, e alguns visitantes chegam a tomar sol de sunga ou biquíni. A melhor foto O lago com árvores em primeiro plano e o skyline da cidade ao fundo rende uma imagem poética, mas o campeão de flashes é o Monumento às Bandeiras - o popular "deixa que eu empurro", de Victor Brecheret (em frente ao lago, mas do lado de fora do parque). Tempo de visita Você escolhe: dá para caminhar uma horinha ou chegar de manhã e ir embora à noite. O parque é enorme e rende inúmeros programas, como piquenique no gramado (ou almoço no restaurante do MAM), banho de sol nas margens do lago, visita ao MAM, sessão no Planetário, show no auditório, espetáculo das fontes... Com ou sem guia? O parque fornece um mapa completo que identifica as atrações e serviços. Quando for: Nos fins de semana para sentir o parque pulsando, e de segunda a sexta para curtir o lugar tranquilamente. Com chuva, só se for para ver os museus ou andar de skate sob a marquise. Serviço Av. Pedro Álvares Cabral, portões 3 (para carros, com venda de Zona Azul no local) e 10 (para pedestres); Av. República do Líbano, 1158, portão 8, e Av. IV Centenário, portão 6 (ambos para pedestres), 5573-4180, parquedoibirapuera.com. Grátis. 5h/24h. Consulte a programação, preços e horários do auditório e dos museus.

 

Jardim Botânico: Av. Miguel Estéfano, 3031 (Água Funda)
(11) 5073-6300
(http://www.ibot.sp.gov.br)
Preço: R$ 3
Horário: 3ª/dom 9h/17h
Contemplar a beleza das plantas e animais, caminhar pelas trilhas, passear pelos bosques ou aprender botânica: tudo é motivo para vir ao parque. Símbolos do Jardim Botânico, as duas estufas de vidro construídas em 1928, ano de sua fundação, abrigam espécies nativas da Mata Atlântica. Com sorte você vê macacos, tucanos e preguiças pelo caminho.

 

Parque Da Cantareira – Núcleo Pedra Grande: R. do Horto, 1799 (Cantareira)
(11) 2203-3266
(http://www.iflorestal.sp.gov.br)
Preço: R$ 5
Horário: sáb/dom 8h/16h
Uma trilha de 3,3 km, feita sem guia, conduz a uma privilegiada vista de São Paulo e permite ver de perto espécies ameaçadas de extinção, como o macaco-bugio e a árvore canela-preta. Junto com três outros núcleos, forma a maior área de mata tropical dentro de uma região metropolitana.

 

Jardim Da Luz: Pça. da Luz (Bom Retiro)
(11) 3227-3545
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 9h/18h
Ótimo complemento a uma visita à Pinacoteca do Estado ou ao Museu da Língua Portuguesa. Inaugurado em 1825, o mais antigo jardim público da cidade foi recuperado depois de um período de degradação e exibe hoje 50 esculturas de artistas como Victor Brecheret, Lasar Segall e nomes contemporâneos. Entre as árvores centenárias há eucaliptos e figueiras.

 

Horto Florestal (Parque Alberto Loëfgren): R. do Horto, 931 (Cantareira)
(11) 2231-8555
(http://http://www.iflorestal.sp.gov.br/)
Preço: Estac. gratuito (pela rua Rocha Viana)
Horário: 6h/18h
Enquanto correm nas pistas de cooper, por dentro da Mata Atlântica, os atletas podem ver tucanos, tico-ticos e árvores como pau-brasil e jatobá. Bicas de água potável espalhadas pelo parque matam a sede de quem usa a ciclovia, as quadras e o campo de futebol. Para as crianças há um Núcleo de Educação Ambiental, com vídeos ecológicos, teatros de fantoche e jogos interativos.

 

Parque da Água Branca (Dr. Fernando Costa): Av. Francisco Matarazzo, 455 (Água Branca)
(11) 3865-4130
(http://www.parqueaguabranca.sp.gov.br)
Preço: Estacionamento interno gratuito (acesso r. Ana Pimentel)
Horário: 6h/18h
Correr pelas trilhas ou caminhar pelas alamedas rodeado por galinhas, patos e pavões são apenas duas das muitas atividades do parque. Durante a semana, a arena é ocupada por aulas de equitação, pagas à parte - os cursos oferecidos à terceira idade, como dança de salão, violão, desenho e ioga, são grátis. Aos sábados há um concorrido café da manhã com queijos, bolos e salgados orgânicos. Se sobrar tempo, visite o Museu de Geologia (3ª/dom 9h/17h). No fechamento desta edição, em agosto de 2010, o parque passava por reestruturação: a trilha do Pau-Brasil, a reforma do aquário, uma biblioteca e lanchonetes faziam parte do novo projeto.

 

Parque Villa-Lobos: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001 (Alto de Pinheiros)
(11) 3023-0316
(http://www.ambiente.sp.gov.br/parquevillalobos)
Preço: Grátis
Horário: 6h/18h
A agradável área verde é muito procurada por atletas de fim de semana. Há boa estrutura esportiva com quadras, campos de futebol, ciclovia (há aluguel de bikes na entrada) e pista para cooper e caminhadas. Na Villa Ambiental (sáb/dom 9h e 13h), as crianças aprendem a preservar a natureza. Em 2010, o parque ganhou área com espreguiçadeiras, no gramado, para os visitantes esquecerem da vida ouvindo as composições de Heitor Villa-Lobos.

 

Praça Victor Civita: Rua Sumidouro, 580 (Pinheiros)
(11) 3037-8696
Preço: Grátis
Horário: 7h/19h
Árvores de diferentes espécies da flora brasileira espalham-se entre passarelas de madeira, que evitam com que os visitantes entrem em contato com o solo contaminado. Quem visita a Praça Victor Civita nem imagina que aqui funcionou um lixão, por 40 anos - o prédio onde ficava o antigo incinerador foi preservado. Há programação variada de música, dança, teatro e atividades ligadas à reciclagem e à preservação da natureza.

 

Parque do Povo: Av. Henrique Chamma (Itaim Bibi)
Preço: Grátis
Horário: 7h/19h
Apesar do nome, o terreno de 112 mil m² é frequentado por moradores de uma região nobre da cidade, repleta de prédios de alto padrão, ao lado da ponte Cidade Jardim. Mesmo com o barulho da Marginal Pinheiros, o parque pode render um momento de distração para quem está hospedado nos arredores. Há uma boa área gramada com trechos arborizados, pistas de caminhada, corrida e ciclismo, três quadras poliesportivas e aparelhos de ginástica para a terceira idade.

 

Zoológico: Av. Miguel Estéfano, 4241 (Água Funda)
(11) 5073-0811
(http://www.zoologico.sp.gov.br)
Preço: R$ 18
Horário: 3ª/dom 9h/17h
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop, Visa Electron
O maior zoológico da América Latina reúne 3 500 animais de diversas partes do planeta - é programa para um dia inteiro. Entre tantos bichos você vê divertidos pinguins e chimpanzés, espécies ameaçadas de extinção (como o rinoceronte branco e o tigre siberiano) e uma ala só de animais africanos. Para não pegar leões, tigres e lobos dormindo, faça o passeio guiado noturno, das 19h às 22h30 (R$ 55 a R$ 75, agendar). Em 2010 foi inaugurado o Espaço Abaré, réplica de uma oca que tem e o objetivo de valorizar a cultura indígena. Leia mais em Zoo Safári.

 

Hopi Hari: Linhas rodoviárias diretas e diárias partem de São Paulo, Guarulhos, Jundiaí, Campinas e Baixada Santista (informe-se no tel. do parque)
(11) 4004-5700/0300-789-5566
(http://http://www.hopihari.com.br)
Leia em Itupeva.

 

Aquário de São Paulo: R. Huet Bacelar, 407 (Ipiranga)
(11) 2273-5500
(http://www.aquariodesaopaulo.com.br)
Preço: R$ 20
Horário: 9h/18h
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop, Visa Electron
São mais de 30 tanques com peixes de água doce e salgada. Ao atravessar a réplica de um submarino da Segunda Guerra Mundial, com teto de vidro, você tem a sensação de estar realmente no fundo do mar. A ala dos mamíferos aquáticos tem filhotes de lobo-marinho e um peixe-boi.

 

Instituto Butantan: Av. Vital Brasil, 1500 (Butantã)
(11) 3726-7222
(http://www.butantan.gov.br)
Horário: 3ª/dom 8h/17h (museus das 9h/16h30)
Um incêndio atingiu o instituto em maio de 2010 e destruiu 70 mil exemplares, conservados em formol, de um acervo que não era exposto ao público. A visita permanece a mesma, e o espaço mais movimentado ainda é o Museu Biológico, onde você pode ver 70 espécies de cobras entre jibóias, sucuris, jararacas e uma píton indiana com 6 m de comprimento (R$ 6, vale para os outros museus). Outras atrações são o serpentário, espécie de jardim cercado por vidros onde as cobras escondem-se entre árvores e plantas; o Museu Histórico, com móveis e equipamentos usados desde a inauguração do lugar; o Museu de Microbiologia, com microscópios para observação de microorganismos e um painéis didáticos sobre o tema; e o Centro de Difusão Científica, com salas de exposição, cinema, livraria e cafeteria. Entrada e estacionamento grátis.

 

Wet'n Wild: Rod. dos Bandeirantes, km 72 (mun. de Itupeva), 72 km
(11) 4496-8000
(http://www.wetnwild.com.br)
Leia em Itupeva.

 

Playcenter: R. José Gomes Falcão, 20 (Barra Funda)
(11) 2244-7529
(http://www.playcenter.com.br)
Preço: R$ 48
Horário: sáb/dom 11h/19h (durante a semana só excursões). Horário especial durante os meses de férias, confira.
Cartão de Crédito: Diners, Mastercard, Visa
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop, Visa Electron
As atrações radicais atraem jovens em busca de adrenalina. Três montanhas russas e um elevador que despenca a quase 60 m cumprem a tarefa de deixar todos, literalmente, de cabelo em pé. Em agosto, setembro e meados de outubro acontecem as famosas Noites do Terror, sempre a partir das 18h.

 

Zoo Safári: Av. do Cursino, 6338 (Vila Moraes)
(11) 2336-2131
(http://http://www.zoologico.sp.gov.br/zoosafari/)
Preço: R$ 15
Horário: 3ª/dom 9h30/16h30
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop
É um zoológico diferente: sem sair do carro, você passeia pelas ruas e vê de perto 42 espécies: zebras, girafas, camelos e hipopótamos ficam soltos pelo trajeto de 4 km; emas e macacos, mais desinibidos, chegam a encostar no veículo; leões, ursos e tigres ficam em jaulas bem na beira da estrada. Quem chega sem carro pode contratar as vans do Zoo (R$ 12 a R$ 16).

 

Avenida Paulista: No início do século 20, a Paulista era uma charmosa avenida residencial, cheia de palacetes dos barões de café. Daquela época sobrou apenas a Casa das Rosas, bom lugar para você começar a percorrê-la entre os bairros Paraíso e Consolação - o importante centro financeiro, sede de vários bancos e escritórios, também é um dos principais corredores culturais da capital. Depois da Casa das Rosas estão, na sequência: o Itaú Cultural, o Reserva Cultural (um dos principais cinema de rua, no prédio da TV Gazeta), o Centro Cultural da FIESP, o Masp, cartão-postal paulistano, e o Parque Trianon, única reserva remanescente de Mata atlântica da região. Você já está quase na esquina com a Rua Augusta, onde fica o Conjunto Nacional, referência arquitetônica que abriga uma das maiores livrarias de São Paulo, a Cultura. De uma ponta a outra, o percurso tem cerca de 2 km. O movimento é constante, inclusive nos fins de semana e à noite, e vários postos de polícia cuidam da segurança.

 

Planetário do Ibirapuera: Parque do Ibirapuera. Portão 10.
(11) 5575-5425
Preço: R$ 5
Horário: sáb 15h, 17h e 19h, dom 10h, 15h e 17h
É como se fosse um cinema - mas as imagens foram captadas por telescópios e são projetadas no teto. Dois diferentes vídeos mostram aspectos do Sol e dos planetas em sessões que acontecem apenas nos fins de semana (15h, 17h e 19h). Compre o ingresso com antecedência.
Futebol: Os fanáticos têm muito o que ver na cidade. Entre os clubes, o melhor memorial é o do Corinthians, com vídeos, fotos, troféus e telão que exibe a fiel torcida e transporta para o clima dos jogos (r. São Jorge, 777, Parque São Jorge, 2095-3000. 3ª/6ª 10h/17h, sáb/dom 10h/14h; R$ 10, R$ 15 nos fins de semana). No memorial do São Paulo estão todos os troféus do time. As visitas guiadas (2ª/sábª 9h30 e 14h30, dom. 11h30 e 13h30; agendar) levam aos vestiários, arquibancada e gramado do Morumbi (Praça Roberto Gomes Pedrosa, portão 17, 3739-5222. 2ª/6ª 10h/16h30, sáb/dom 12h/16h; não abre em dias de jogos). O Estádio do Pacaembu (pça. Charles Muller, 2ª/6ª 8h30/16h45) é municipal, mas reconhecido como território corintiano - ali acontecem os principais jogos do time. Você pode caminhar em volta do campo (do lado externo do alambrado), visitar o Museu do Futebol, fazer compras na loja Roxos e Doentes e matar a fome (ou a sede) no bar O Torcedor. Para ver uma partida com comodidade - sem se preocupar com ingressos e transporte - vale investir num pacote da Futebol Tour (3813-3231), de R$ 180 a R$ 220. Com o ingresso vem um informativo com a história dos times e a importância daquele jogo. A mesma empresa organiza passeios para você conhecer estádios e o Museu do Futebol.

 

Vila Madalena: De dia, a Vila tem recantos com a calmaria de uma cidadezinha de interior. Lojinhas, ateliês, restaurantes e cafés encantadores rendem várias paradas no quadrilátero que compreende as ruas Mourato Coelho, Inácio Pereira da Rocha, Harmonia e Purpurina. O bairro é dos descolados, e as lojas acompanham a tendência com móveis, objetos, roupas e acessórios que ainda nem apareceram nas revistas de moda e decoração - a loja do badalado estilista Ronaldo Fraga fica na rua Aspicuelta (nº 259), ao lado várias concorrentes. Mas o lugar também seu lado cult. Só na rua Fradique Coutinho estão a galeria Fortes Vilaça, o Cine Sabesp (nº 261, 5096-0585) e a Livraria da Vila, ótima parada para um café, assim como a charmosa Deli Paris (R. Harmonia, 844, 3816-5911). À noite, o clima muda, e a Vila vira reduto de boêmios que lotam os bares da rua Aspicuelta e arredores. A paquera rola solta, regada a muito chope e cerveja.

 

Passeio de Helicóptero: Horário: 2ª/6ª 7h/20h e sáb. 9h/19h
Cartão de Crédito: American Express, Diners, Hipercard, Mastercard, Visa
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop, Visa Electron
Para conhecer as principais atrações da cidade em apenas 30 minutos, só há um jeito: voando. Sambódromo, Estação da Luz, Mercado Municipal, Praça da Sé, Teatro Municipal, Edifício Itália, Museu do Ipiranga e Masp podem fazer parte do roteiro. Tente reservar o passeio no fim da tarde, quando o pôr do sol dá uma luz especial à cidade. As decolagens ocorrem no Campo de Marte, em Santana (av. Olavo Fontoura, 1078). R$ 1 200 (3 pessoas, 30 minutos) a R$ 2 800 (5 pessoas, 1h). Helimarte, 2221-3200.

 

Liberdade: Pertinho da Praça da Sé, o bairro japonês têm ruas decoradas com lanternas vermelhas e lojas de produtos típicos. O comércio ferve nas duas principais vias, a Galvão Bueno e a dos Estudantes, que rendem um passeio interessante. Na primeira, as prateleiras dos mercados Marukai (nº 34) e Casa Bueno (nº 48) são forradas de sushis, arroz japonês, chás e outros importados. E na Hime-Ya (nº 54) você encontra porcelanas, jogos de chá, panelas, eletrodomésticos e artigos para jardinagem e bonsai. Nas duas ruas, lojas e mais lojas de cosméticos brigam pela preferência dos clientes, entre eles os donos de cabeleireiros - na dúvida, suba a Galvão Bueno até a Praça da Liberdade para comprar na Ikesaki, gigante do setor. O Museu da Imigração Japonesa (R. São Joaquim, 381, 7º a 9º andar) convida para um mergulho na cultura nipônica. E a livraria Fonomag (R. da Glória, 242) tem vasto catálogo de livros e revistas no idioma. Nos fins de semana, o bairro ganha a animada feirinha da Praça da Liberdade, com mais de 200 barraquinhas que vendem luminárias, almofadas, roupas, plantas e comidas típicas. À noite, de terça a domingo, todo mundo solta a voz nos clássicos videokês - o mais procurado é a Choperia Liberdade (R. da Gloria, 523).

 

Cemitério da Consolação: R. Da Consolação, 1660
(11) 3396-3832
Horário: 2ª/6ª 9h e 14h
Aqui estão enterrados vários personagens históricos, como Monteiro Lobato, Mario de Andrade e Marquesa de Santos. Mas o cemitério da Consolação é mais do que isso: é um museu a céu aberto, recheado de obras de arte. Dois exemplos são as esculturas Sepultamento, de Victor Brecheret, e Prece, de Bruno Giorgi (única obra abstrata do "acervo"). Na administração você pega um mapinha que indica onde estão os mortos célebres e as obras. Se preferir, há visitas monitoradas de 1h, que devem ser agendadas pelo e-mail assessoriaimprensa@prefeiturasp.gov.br.

 

Turismetrô: Cinco roteiros turísticos, acompanhados por guias bilíngues e atores que contam a história da cidade. O ponto de partida é sempre a estação Sé do metrô - você paga apenas as passagens, de acordo com o percurso escolhido (a lista inclui as atrações históricas do Centro e o Memorial da América Latina). Programação, reserva e informações: spturis.com/turismetro e 2958-3714.
Passeio de Bicicleta: Pedalar em São Paulo pode parecer uma missão impossível: trânsito complicado, ladeiras, falta de ciclovias... Mas a prefeitura arranjou uma solução para os amantes da magrela. Aos domingos, das 7h às 12h, algumas avenidas da Zona Sul têm uma das pistas fechada ao tráfego, formando uma ciclofaixa que une três parques: do Ibirapuera, do Povo e das Bicicletas, onde ciclistas podem passear à vontade (ao todo, o percurso tem 5 km de extensão). Do parque do Povo, você pode seguir até a estação de trem da Vila Olímpia e pegar mais 14 km de ciclovia, entre a linha férrea e a Marginal Pinheiros, até a estação Jurubatuba. Quem não tem bicicleta pode alugar uma no Parque do Ibirapuera, perto dos portões de entrada.

 

Praça Roosevelt: As peças são alternativas, e os teatros são pequenos (no máximo 120 lugares). Com essa fórmula, a Praça Roosevelt entrou no mapa cultural paulistano. Quem passa aqui durante o dia vê só uma praça meio abandonada, sem graça. À noite, a história é outra. Ela começou em 1997, quando o Studio 184 chegou (nº 184, 3259-6940). Depois vieram o Teatro do Ator, que ainda preserva as 120 poltronas vermelhas do Cine Biju, de 1960 (nº 172, 3257-2264); os Satyros, com duas casas (nº 134 e nº 214, 3258-6345); os Parlapatões, com teatro de poltronas coloridas onde também há espetáculos infantis (nº 158, 3258-4449); e o Miniteatro (nº 108, 2865-5955). Antes ou depois das apresentações, o clima é descontraído pelas manobras dos skatistas, pelo papo no bar Papo, Pinga e Petisco e pela visita à livraria HQMix, especializada em quadrinhos e aberta até altas horas. O evento "Satyrianas", anual, promete 78h de programação cultural. Em 2010, deve ocorrer entre 12 e 15 de novembro.

 

Mirantes: Do mirante do Edifício Altino Arantes - antiga Torre do Banespa -, a 161 m de altura, há ótima vista da cidade: avistam-se a Sé, o Mosteiro de São Bento, o Viaduto do Chá e, no horizonte, a Serra da Cantareira, o Pico do Jaraguá e as antenas da avenida Paulista (r. João Brícola, 24, Centro, 3249-7428; 2ª/6ª 10h/17h; grátis). No Edifício Itália, o terraço descortina um cenário parecido com a do Banespa, mas de outro ângulo (av. Ipiranga, 344, Centro, 2189-2929; 2ª/dom 12h/0h; R$ 15; grátis das 15h/16h de 2ª/6ª). Restaurado em 2010, o Edifício Martinelli (1929), primeiro arranha-céu da cidade, reabriu seu terraço, mas só recebe se você agendar a visita. Dali dá para ver de pertinho o Vale do Anhangabaú, o Mosteiro de São Bento e a Catedral da Sé (r. São João, 35, Centro, 3104-2477; 2ª/3ª e 6ª 9h30/11h e 14h30/16h; sáb 8h30/13h; grátis).

 

Expresso Turístico: O cenário da partida e da chegada é perfeito para uma viagem de trem: a Estação da Luz, de 1901, toda em estilo inglês. O Expresso Turístico faz dois trajetos. Um vai até Jundiaí, a 61 km da capital. O outro, até Mogi das Cruzes, a 48 km. Eles são feitos em dois vagões restaurados de 1960, puxados por uma locomotiva de 1952. Chegando ao destino, 1h30 depois, o turista pode fazer um roteiro turístico pelas cidades, vendido à parte (rizzatour.com.br). Estação da Luz: 0800-055-0121 (venda de passeios das 6h às 18h30). Saídas: sáb 8h30 para Jundiaí e, a cada duas semanas, dom 8h30 para Mogi. Chegada de volta a São Paulo: 18h. R$ 28 (só a passagem).

 

Vida Noturna: O Baixo Augusta - que inclui a porção mais central da rua de mesmo nome e os quarteirões vizinhos - continua sendo o lugar mais quente da noite paulistana. Algumas de suas casas já se tornaram clássicos: o Studio SP (R. Augusta, 591, 3129-7040), onde tocam os grandes nomes do cenário independente brasileiro; o Vegas (R. Augusta, 765, 3231-3705), que tem uma fervilhante pista de dança; a Funhouse (R. Bela Cintra, 567, 3259-3793), o Outs (R. Augusta, 486, 3237-4940) e o Inferno (R. Augusta, 501, 3120-4140), que combinam DJs e shows de rock. Se a intenção é apenas sentar para beber e ouvir boa música ambiente, vá ao Z Carniceria (R. Augusta, 934, 2936-0934), com decoração inspirada no açougue que existia no local, ao Volt (R. Haddock Lobo, 40, 2936-4041), cujos neons fazem lembrar os anos 80, ou o Tubaína Bar (R. Haddock Lobo, 74, 3129-4930), que serve diversas versões do refrigerante interiorano. A novidade do bairro é o Comitê (R. Augusta, 609, 3237-3068), ao lado e dos mesmos donos do Studio SP, com uma programação mais mainstream (lá já tocaram Tom Zé e Mano Brown). Após cruzar a Paulista e entrar nos Jardins, a Rua Augusta atrai outro tipo de público, vestido com roupas de grife e com altíssimos limites no cartão de crédito. Muitos vão ao Mokaï (R. Augusta, 2805, 3081-3103), concorrida filial de uma casa de Miami, onde predominam o house e a decoração luxuosa. Em outras partes da cidade, dois clubes seguem a mesma linha e também têm matrizes nos Estados Unidos, mas em Nova York. Um é a Pink Elephant (R. Gumercindo Saraiva, 289, Jardim Europa, 3018-5535), onde não basta poder pagar pela entrada (que varia entre R$ 70 e R$ 250): é preciso ser aprovado pela hostess. O outro é o Kiss and Fly (Av. Chedid Jafet, 131, Vila Olímpia, 3044-6181), cuja pista é decorada com um lustre italiano composto por 38 mil cristais. O Centro da cidade também tem uma casa que atrai endinheirados: é a Royal (R. da Consolação, 222, 3129-9804), onde já tocaram DJs-celebridade como Jesus Luz - namorado de Madonna até o fechamento desta edição. Na Barra Funda, point dos alternativos, imperam a D-Edge (Al. Olga, 170, 3667-8334), que já saiu na revista britânica DJ Mag como um dos dez melhores clubes do mundo, e Clash Club (R. Barra Funda, 969, 3661-1500), ambas com música eletrônica. Na frente da última fica uma novidade: o Alley (R. Barra Funda, 1066, 3666-0611), pequeno clube de rock com vista para a linha do trem. No mesmo bairro estão o CB Bar (R. Brigadeiro Galvão, 871, 3666-8971), que recebe bandas de rock, o descolado Livraria da Esquina (R. do Bosque, 1254, 3392-3089), com shows e festas em dois ambientes - repare nos livros -, e o Clube Berlin (R. Cônego Vicente Miguel Marino, 85, 3392-4594), com o jeitão das casas underground européias.  

O clima de São Paulo é considerado subtropical (tipo Cfa segundo Köppen), com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual de 19,25 °C, tendo invernos brandos e verões com temperaturas moderadamente altas, aumentadas pelo efeito da poluição e da altíssima concentração de edifícios. O mês mais quente, fevereiro, tem temperatura média de 22,5°C e o mês mais frio, julho, de 16 °C, por causa do efeito das ilhas de calor, causado por excessos de prédio, asfalto, concreto e poucas áreas verdes, a cidade de São Paulo tem sofrido com os dias quentes e secos durante o inverno, não raro ultrapassando a marca dos 28 °C nos meses de julho e agosto, um estudo realizado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, com o apoio do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), indica que a diferença de temperatura, entre o centro e as áreas mais afastadas do centro, pode chegar a até 10 °C. Em julho de 2008, a precipitação de chuva chegou a 0 mm (a média para o mês de julho é de 44 mm), contudo o governo do estado e a prefeitura iniciaram um projeto, com o intuito de plantar árvores na cidade, a fim de aumentar suas áreas verdes e diminuir os efeitos das ilhas de calor.

 

Devido à proximidade do mar, a maritimidade é uma constante do clima local, sendo responsável por evitar dias de calor intenso no verão ou de frio intenso no inverno e tornar a cidade úmida. A umidade tem índices considerados aceitáveis durante todo o ano, embora a poluição atinja níveis críticos no inverno, devido ao fenômeno de inversão térmica e pela menor ocorrência de chuvas de maio a setembro.

 

A precipitação anual média é de 1 376,2 mm, concentrados principalmente no verão. As estações do ano são relativamente bem definidas: o inverno é ameno e subseco, e o verão, moderadamente quente e chuvoso. Outono e primavera são estações de transição. Geadas ocorrem esporadicamente em regiões mais afastadas do centro, e em invernos rigorosos, em boa parte do município. Também ocorrem frequentemente nos municípios vizinhos.

 

A menor temperatura já registrada oficialmente em São Paulo foi de -2,1 °C, em 2 de agosto de 1955 no Mirante de Santana. Já houve ocorrências pontuais de neve na cidade, a única oficialmente registrada foi em 25 de junho de 1918, quando a temperatura atingiu -2 °C. Há registros esporádicos não oficiais que indicam precipitação de neve (na verdade água-neve) em anos anteriores. A máxima registrada foi de 35,3 °C, no dia 15 de novembro de 1985 também no Mirante de Santana. Existem registros não oficiais de mínima de -3,9 °C, também em 2 de agosto de 1955 no Horto Florestal, e de máxima de 36,9 °C, no dia 19 de janeiro de 1966 na Barra Funda.

 

Apesar da maritimidade que evita maiores variações de temperatura, a altitude de São Paulo faz com que nos meses mais quentes, sejam poucas as noites e madrugadas quentes na cidade, sendo que as temperaturas mínimas na cidade raramente são superiores a 23 °C em um período de 24 horas. No inverno, porém, o ingresso de fortes massas de ar polar acompanhadas de excessiva nebulosidade às vezes fazem com que as temperaturas permaneçam muito baixas mesmo durante a tarde. Tardes com temperaturas máximas variam entre 14 °C e 16 °C e são comuns até mesmo durante o outono e no início da primavera. Durante o inverno, já houve vários registros de tardes em que a temperatura sequer ultrapassou a marca dos 10 °C, como em 15 de agosto de 1999. O dia 8 de agosto de 2004 apresentou temperaturas em torno dos 9 °C durante o período considerado como o mais quente do dia, entre 15h e 17h.

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