São Luís é um município brasileiro, capital do estado do Maranhão localizado ao norte do estado. É a única cidade brasileira fundada por franceses, no dia 8 de setembro de 1612, posteriormente, foi invadida por holandeses, mas terminou por ser colonizada por portugueses. Localiza-se em uma ilha Upaon-Açu, no Atlântico Sul, entre as baías de São Marcos e São José de Ribamar. Quando em 1621 o Brasil foi dividido em duas unidades administrativas - Estado do Maranhão e Estado do Brasil - São Luís foi a capital da primeira unidade administrativa.

 

A capital maranhense tem um desenvolvido setor industrial por conta de grandes corporações e empresas de diversos áreas que se instalaram na cidade pela sua privilegiada posição geográfica entre as regiões Norte e Nordeste do país, seu litoral estrategicamente localizado bem mais próximo de grandes centros importadores de produtos brasileiras como Europa e EUA que permite economia de combustíveis e redução no prazo de entrega de mercadorias provenientes do Brasil pelo Porto de Itaqui que é o 2º mais profundo do mundo e um dos mais movimentados, sofisticados e bem estruturados para o comércio exterior no Brasil.Tudo isso aliado a ligação por linha férrea da capital São Luís ao interior do estado, e aos estados vizinhos do Pará, Tocantins e Piauí o que facilita e barateia a escoação agrícola vinda do interior do país para o porto de Itaqui, sendo que com a conclusão de Ferrovia Norte-Sul a cidade vai estar interligada a todas as regiões brasileiras (NO, NE, CO, SE e S) por ferrovias, por rodovia a ilha já é servida pela BR-135 que a liga ao continente, e por ar conta com o Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machadocom capacidade de atender mais de um milhão de passageiros por ano, e que já opera com demanda quase saturada pelo movimento intenso de passageiros não somente da cidade de São Luís mais também por servir como porta de entrada por ser o maior e mais movimentado aeroporto próximo ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

 

O clima em São Luís é geralmente quente e abafado, tropical e semi-úmido. Isso se deve ao fato da cidade esta localizada próxima a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). A cidade apresenta grande quantidade de coqueiros e muita vegetação litorânea. A também pedaços da Floresta Amazônica na cidade protegidas por Parques Ambientais. Pequenos rios nascem na cidade, o Rio Bacanga é um dos mais importantes, pois é muito útil para a pesca.

 

Em 2010 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) contou a população em 1, 027, 098 o que a torna o décimo - quinto município mais populoso do Brasil entre os 5 565 municípios brasileiros, 13° entre as capitais, 4º da região Nordeste e 1° do Maranhão. Sua área é de 831,7 Km², e desse total 157, 5656 Km² estão em perímetro urbano.. O município faz parte da Mesorregião do Norte Maranhense e Microrregião da Aglomeração Urbana de São Luís localizada a norte do estado do Maranhão. O Índice de Desenvolvimento Humano do município é de 0.778, alto comparado ao IDH do Maranhão.

Centro Histórico: Quatro mil imóveis tombados pelo Iphan. Entre eles, mais de mil são reconhecidos pela Unesco como Patrimônio Mundial. O Centro Histórico, com ruas estreitas, vielas, becos, praças e casarões erguidos entre os sécs. 18 e 19 é a grande atração de São Luís. O primeiro contato com a região não empolga muito, por causa da sujeira e do mau estado de conservação de muitas das construções. Mesmo assim, há muito o que ser visto. Vale reservar um dia inteiro para conhecer, a pé, todos os caminhos do bairro. Na Rua do Sol, onde você pode começar a caminhada, o Museu Histórico e Artístico do Maranhão e o teatro Artur Azevedo merecem atenção. Quase em frente ao teatro, a Rua do Ribeirão leva à fonte de mesmo nome, do séc. 18, onde cinco carrancas esculpidas em pedra, com biqueiras de bronze, jorram água para galerias subterrâneas. Partindo dali, melhor atravessar a Rua do Egito e seguir até a parte mais baixa da cidade, onde estão as mais bem-preservadas (e famosas) fachadas de azulejos - o revestimento foi uma forma encontrada pelos portugueses para diminuir a temperatura interna nos casarões, já que os azulejos refletem a luz do sol. A Matriz, a Casa de Nhozinho, o Palácio dos Leões e a Casa do Maranhão estão no roteiro, que pode terminar na Casa das Tulhas, na Rua da Estrela. Se sobrar tempo (ou fôlego), estique o passeio até a Fonte das Pedras (R. Antonio Rayol, 2ª/6ª 7h/19h, sáb 7h/12h), próxima ao Mercado Central. Importante: é melhor programar a visita de terça a sábado, quando há mais gente nas ruas e as atrações estão com as portas abertas. O Palácio dos Leões, sede do governo estadual, abre só às segundas, quartas e sextas, sempre à tarde.

 

Teatro Arthur Azevedo: R. do Sol, 180 (Centro Histórico)
(98) 3218-9900
Preço: R$ 2
A visita guiada retoma a história do local, construído com o dinheiro dos comerciantes portugueses em pleno ciclo do algodão no estado. O teatro tem estilo neoclássico, com alguns detalhes do barroco e do rococó. O passeio segue pela platéia, salão nobre, camarotes, galerias, varandas (parte técnica, onde o funcionamento do palco é explicado), camarins e palco. Aberto somente para visitas guiadas (3ª/6ª 14h/17h) e espetáculos.

 

Palácio Dos Leões: Av. D. Pedro II (Centro Histórico)
(98) 3232-9789
Preço: Grátis
Horário: 2ª, 4ª e 6ª 14h/17h30
A antiga fortaleza de São Luís foi erguida pelos franceses (que fundaram a cidade, em 1612), e transformada em palácio com a tomada da cidade pelos portugueses em 1615. Hoje sede do governo (as alas residencial e administrativa não são visitadas), tem salas com tapetes e lustres da França, mobília e quadros dos séculos 18 e 19. O salão de banquete, ainda usado em reuniões especiais do governo, é decorado com gravuras que pertenceram à coleção do poeta maranhense Arthur de Azevedo. Ao lado fica o Palácio La Ravardière (1689), construído em homenagem ao fundador da cidade, Daniel de La Touche, e atual prefeitura.

 

Museu Casa Do Maranhão: R. do Trapiche (Centro Histórico)
(98) 3218-9955
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 9h/18h
Museu sobre a história do bumba-meu-boi, instalado no antigo prédio da alfândega (1873). Fechado para restauro, não tem previsão para reabrir.
Igreja Matriz Da Sé: Pça. D. Pedro II (Centro Histórico)
(98) 3222-7380
Preço: Grátis
Horário: 3ª/6ª 8h/18h30, sáb 8h/12h, 15h/18h30, dom 8h/12h, 16h/19h
Construída por jesuítas, recebeu o título de matriz em 1762. Em 1922, depois da construção da segunda torre, foi reconhecida como de estilo neoclássico. No interior, o altar-mor revestido de ouro é a melhor atração.

 

Ceprama (Centro De Produção De Artesanato Do Maranhão): R. S. Pantaleão, 1332 (Madre de Deus)
Horário: 2ª/sáb 9h/18h30, dom 9h/18h
É o melhor lugar para comprar réplicas de azulejos pintados no estilo português ou boizinhos do bumba-meu-boi. Os artesãos também vendem telas pintadas a óleo, cestaria, cerâmica, peças de tear, bordados, rendas, doces e licores.

 

Bumba Meu Boi: A festa tem origem nos tempos da escravidão, quando negros e caboclos se reuniam nos pátios das fazendas e engenhos para brincar. Durante todo o mês de junho, cerca de 250 grupos folclóricos invadem as ruas da capital e divertem-se ao redor do boi colorido, enquanto um cantador entoa versos com temáticas que vão da exaltação da natureza a críticas políticas. Há apresentações em vários arraiais na cidade - o Ceprama é um deles. Em julho, a Fundação José Sarney (Convento das Mercês) promove o Vale Festejar, bumba-meu-boi fora de época com apresentações grátis que vão do fim da tarde até a madrugada.

 

Igreja Do Desterro: Lg. do Desterro
Preço: Grátis
Restaurada em 2008, tem fachada simples e uma única torre. Foi construída no mesmo local onde os colonizadores ergueram a primeira igreja de São Luis - uma capela em homenagem a N.S. do Desterro.

 

Igreja Do Carmo: Pça. João Lisboa (Centro Histórico)
Preço: Grátis
Horário: 2ª/6ª 7h/18h, sáb 7h/11h, 15h30/18h, dom 6h30/9h30, 16h/18h
Da construção original só restam as paredes e a porta de entrada -a fachada foi revestida em 1866 com azulejos portugueses. No altar da Paixão de Cristo, há lápides de todos os frades que passaram pela igreja. Ao lado, o antigo convento do Carmo virou residência de freis capuchinhos e abriga um museu com peças de arte sacra, um antigo confessionário e antigas máquinas de pedra que serviam para a produção de hóstias.

 

Museu Convento Das Mercês (Fundação José Sarney): R. da Palma, 502 (Centro Histórico)
(98) 3231-0641
Preço: Grátis
Horário: 2ª/6ª 13h/18h
No antigo convento fica o Memorial José Sarney, com fotos, painéis e objetos relacionados ao ex-presidente. Em julho, sedia o Vale Festejar (5ª/dom), bumba-meu-boi fora de época. Visitas Guiadas.

 

Museu Histórico Artístico Do Maranhão: R. do Sol, 302 (Centro Histórico)
(98) 3218-9922
Preço: R$ 5
Horário: 3ª/dom 9h/17h30
O casarão de 1836 representa um lar da elite maranhense do século 19. As peças doadas por descendentes dos antigos moradores revelam costumes da sociedade da época - as escarradeiras espalhadas por todos os cômodos, por exemplo, remetem ao hábito de mascar e cuspir tabaco. Há móveis (de todo o acervo, só a mesa de jantar é original da casa), porcelanas inglesas e francesas e, na biblioteca, o manuscrito original de O Mulato, de Álvares de Azevedo. No prédio vizinho fica o Museu de Arte Sacra, com imagens de santos e objetos usados nas celebrações católicas.

 

Museu Casa De Nhozinho: R. Portugal, 185 (Centro Histórico)
(98) 3218-9953
(http://www.turismo.ma.gov.br)
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 9h/18h
Revela um panorama da cultura popular maranhense. A primeira etapa da visita guiada percorre salas com objetos do cotidiano regional - como teares e instrumentos de pesca ainda usados no interior do estado - e com os bonecos gigantes e sorridentes de Beto Bittencourt. A segunda parte, mais interessante, é focada no trabalho de Mestre Nhôzinho (1904-1974), artesão maranhense e mestre na talha de buriti, um dos primeiros a representar a festa do boi em miniatura.

 

Museu Centro De Cultura Popular (Casa Da Festa): R. do Giz, 221 (Centro Histórico)
(98) 3218-9924
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 9h/18h
O casarão de quatro andares exibe vestimentas e objetos usados em festas e rituais populares e religiosos como Candomblé, Umbanda, Tambor de Mina, Tambor de Crioula, Festa do Divino e Carnaval.

 

Cafuá Das Mercês (Museu do Negro): Preço: Grátis
Antigo mercado de escravos, é sede do Museu do Negro, com indumentárias de grupos religiosos e peças de arte africana.

O clima de São Luís é tropical, quente e úmido. A temperatura mínima na maior parte do ano fica entre 20 e 23 graus e a máxima geralmente fica entre 29 e 32 graus. Apresenta duas estações distintas: a estação seca, de agosto a dezembro, e a estação chuvosa, de janeiro a julho. A média pluviométrica é de 2325 mm (CPTEC). A menor temperatura já registrada na cidade foi de 16 °C no mês de maio, e a temperatura máxima já registrada foi de 35 °C no mês de novembro. Fonte: CPTEC

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